After a sultry week in Colombo, Fernanda and I left behind the chaotic traffic, clusters of mosquitoes, and streets clogged with vendors peddling everything China could produce to arrive in the Eastern district of Batticaloa. The roughly 320km drive took over 8 hours due to narrow roads and military checkpoints. In the final 50km or so (after entering a beleaguered Batticaloa district) we passed over 25 checkpoints alone. Literally, every 1/3 of a kilometer had 2 army men with submachine guns monitoring their slab of highway. If the brutality of the war is not enough, Batti was also devastated by the tsunami on December 26, 2004. Miraculously, after all the suffering they have endured, people--for the most part--smile, are very gracious, and are open and curious of internationals.
Though things are rough politically and socially, it is unbelievably beautiful here. Batti is surrounded by lagoons and abuts the Indian ocean. At sunset the last two days, Fernanda and my housemates (a man from Bangladesh and a woman from Egypt) went for a swim in the ocean as the pink clouds of day's end formed a surreal umbrella over our heads. Perfect temperature. Perfect palm trees lining the beach. Perfect sand. For a moment you almost forget that you are a few hundred meters from the camps of the army camp and of one of the Tamil separatist groups. It's the kind of disparity that everyone should feel at least once in their life: miraculous beauty on one end, terrible poverty/human rights violations/trauma on the other. Somewhere inbetween, Fernanda and I are here to help provide protection and accompaniment for people who, in the midst of war, are striving to make their society a little better.
Many stories will follow. Until then, I hope this finds you all well.
In peace,
Robert
Traducao para quem se interessar!!!
Depois de uma semana abafada em Colombo, eu e Fernanda deixamos pra tras o transito caotico, nuvem de mosquitos, e ruas entupidas de vendedores contrabandeando qualquer coisa que a China produz para chegar em Batticaloa na costa leste do pais. A viagem de mais ou menos 320km durou mais de 8 horas atraves de estreitas estradas (que parecem mais ruas normais do que estradas!) e pontos de inspecao militar. Nos ultimos 50km (antes de entrar na sitiada Batti) nos passamos por mais de 25 deles. Literalmente, a cada 300 metros tinha dois milicos com suas metralhadoras monitorando aquela parte da rodovia. Nao sendo suficiente a brutalidade da guerra, Batti tambem foi devastada pelo Tsunami em 26 de dezembro de 2004. Miraculosamente, depois de todo o sofrimento que eles tem aguentado, as pessoas-a maior parte-sorri, sao graciosos, e abertos e curiosas sobre os estrangeiros.
Mesmo que a situacao seja brutal politica e socialmente, eh inacreditavelmente lindo aqui. Batti eh rodeada de lagoas (camarao e peixe fresco!) e pelo Oceano Indico. Durante o fim de semana ao por do sol, Fernanda e os meus colegas de casa (um homem de Blangadesh e uma mulher do Egito) fomos a praia nadar e as nuvens roseadas formavam um guarda-chuva em cima de nossas cabecas. Temperatura perfeita. Palmeiras perfeitas ao longo da praia. Areia perfeita. Por um momento tu esquece que esta a poucos metros dos campos militares e de um dos grupos que se desgarrou dos guerrilheiros aliando-se com o governo agora. Eh o tipo de disparidade que todo mundo deveria vivenciar pelo menos uma vez na vida: beleza miraculosa de um lado, pobreza terrivel/violacao dos direitos humanos/trauma do outro. De alguma forma no meio de tudo isso, eu e a Fernanda estamos aqui para ajudar a prover protecao e acompanhar pessoas que, no meio da guerra, estao se esforcando para fazer da sua sociedade um pouco melhor.
Muitas historias virao. Ate la, espero que todos voces estejam bem.
Em paz,
Robert
PS: os italicos sao meus!!!
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a minha gorducha sempre pensando em comida! hehehe
ReplyDeletee tem pessoas que se interessam sim: EU! vou seguir lendo tudo que sair por aqui, ok?
keep it comming!
beijos and tight hugs
Happy to hear you traveled safely. Merry Xmas and Happy New Year to you. Barrett and Greta Say HI
ReplyDeleteoi, fe e robert.
ReplyDeletecomo vocês têm conseguido ajudar às pessoas que vivem nas zonas de conflito? quais as abordagens práticas que vocês estão conseguindo fazer por aí?
sugestão: podem me responder na próxima postagem.
abraço, Deus os abençõe.
Marina.